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Transporte refrigerado

Como escolher uma transportadora de carga refrigerada

Por Equipe Lambertti4 min de leitura

Como escolher uma transportadora de carga refrigerada

Para escolher uma transportadora de carga refrigerada, avalie seis pontos: experiência com o seu tipo de produto, estado e padrão dos equipamentos, monitoramento de temperatura durante a viagem, seguro e gerenciamento de riscos, certificações e preparo dos motoristas, e capacidade de atender as rotas de que você precisa. O preço do frete importa, mas, em perecíveis, o custo de uma carga perdida quase sempre pesa mais do que a diferença entre duas cotações.

A melhor forma de comparar é fazer as mesmas perguntas a todas as transportadoras e pedir que as respostas venham por escrito. A seguir, o que perguntar e o que observar em cada ponto.

A transportadora tem experiência com o seu produto?

Transportar carga refrigerada exige conhecimento que vai além de ter um baú frigorífico. Cada produto tem a sua faixa de temperatura, o seu jeito de ser arrumado e os seus riscos. Pergunte:

  • há quanto tempo a empresa trabalha com carga refrigerada e congelada;
  • se já transporta produtos parecidos com o seu;
  • como define a regulagem do equipamento para cada embarque;
  • como funciona o pré-resfriamento e o carregamento.

Uma empresa experiente responde com clareza e mostra um processo. Se as respostas forem vagas, é um sinal de alerta. Para conhecer os pontos que devem estar nesse processo, veja o que é cadeia do frio.

Como estão os equipamentos e a frota?

O baú frigorífico e o equipamento de refrigeração são o coração do transporte. Observe:

  1. se a frota é própria ou terceirizada e como é feita a manutenção;
  2. o estado do isolamento e da vedação das portas;
  3. a capacidade do baú e o padrão de paletização;
  4. se há equipamentos para diferentes faixas de temperatura;
  5. o que acontece se o equipamento falhar no meio da viagem.

A capacidade também ajuda no planejamento. Saber quantos paletes o baú comporta permite calcular melhor o embarque com a ferramenta paletes no baú.

A temperatura é monitorada durante a viagem?

Sem monitoramento, a transportadora só descobre um problema no destino. Com sensores e uma central acompanhando a viagem, um desvio pode ser corrigido a tempo. Pergunte:

  • se todos os veículos são monitorados, ou só parte da frota;
  • se o sensor mede a temperatura da carga ou só a do equipamento;
  • se há redundância de comunicação;
  • como a central age quando há um alerta;
  • se o histórico de temperatura pode ser consultado depois da entrega.

Os detalhes de como esse acompanhamento funciona estão em monitoramento de temperatura da carga.

Seguros, certificações e motoristas: o que conferir?

Seguros e certificações

Seguro e gerenciamento de riscos mostram como a empresa se prepara para o imprevisto. Pergunte quais seguros cobrem a carga, o que está incluído e como funciona o gerenciamento de riscos nas rotas.

As certificações mostram que os processos passam por avaliação externa. Dependendo do produto, podem ser relevantes certificações sanitárias, de gestão da qualidade e de responsabilidade social. Peça os documentos e confira a validade. No transporte internacional, vale perguntar também sobre a experiência com documentos como o CRT e o MIC/DTA e com os trâmites de fronteira.

Preparo dos motoristas

O motorista é quem confere o equipamento a cada parada, percebe um alarme e avisa a central. Pergunte se há integração, treinamento específico, direção defensiva e acompanhamento contínuo. Uma equipe bem preparada é parte da proteção da sua carga, tanto quanto o equipamento.

Também vale observar se a empresa respeita a jornada e o descanso do motorista previstos na Lei nº 13.103/2015, a Lei do Motorista. Uma operação que depende de jornadas acima do permitido é mais arriscada para todos.

Por que considerar a Lambertti?

A Lambertti foi fundada em 1º de abril de 1981 por Elemar Lamberti, com foco em mercadorias refrigeradas no Mercosul, e completa 45 anos em 2026. Hoje, atende todo o Brasil e faz transporte internacional para Paraguai, Uruguai e Argentina, a partir da matriz em Marechal Cândido Rondon (PR) e da filial em São Paulo (SP).

  • câmaras frigoríficas com sistema de transporte paletizado de 28 paletes;
  • todos os veículos monitorados via satélite pelo sistema OnixSat, com redundância, sensores de temperatura da carga e de velocidade, bloqueio e travas nas portas do compartimento de carga;
  • seguro total das cargas e gerenciamento de riscos, com seguros Adicional para Avarias, Ambiental, de Carga Armazenada, de Responsabilidade Civil e de Roubo e Desaparecimento;
  • certificações e reconhecimentos: ANVISA, ISO 9001, SMETA, Polícia Federal e AEO (Operador Econômico Autorizado);
  • motoristas com integração, treinamentos de direção defensiva e plataforma EAD de capacitação.

Conheça mais em quem somos.

Perguntas frequentes

Vale a pena escolher a transportadora só pelo preço?

Em carga refrigerada, raramente. Uma falha de temperatura pode causar perda total do produto, recusa no cliente e dano à marca. Compare preço junto com estrutura, monitoramento e seguro.

Quais documentos pedir à transportadora?

Certificações, apólices de seguro e a descrição do processo de monitoramento e de resposta a falhas. Peça tudo por escrito e confira a validade dos documentos.

A mesma transportadora pode atender rotas nacionais e internacionais?

Pode, se tiver estrutura e experiência para isso. A Lambertti, por exemplo, atende todo o Brasil e faz transporte internacional para Paraguai, Uruguai e Argentina.

Se você está avaliando transportadoras para a sua carga refrigerada, faça as perguntas deste texto para nós também. Peça uma cotação à Lambertti e conte o que precisa transportar.

Equipe Lambertti

Conteúdo da LAMBERTTI Sem Fronteiras, transportadora de cargas refrigeradas e secas desde 1981.