
Para escolher uma transportadora de carga refrigerada, avalie seis pontos: experiência com o seu tipo de produto, estado e padrão dos equipamentos, monitoramento de temperatura durante a viagem, seguro e gerenciamento de riscos, certificações e preparo dos motoristas, e capacidade de atender as rotas de que você precisa. O preço do frete importa, mas, em perecíveis, o custo de uma carga perdida quase sempre pesa mais do que a diferença entre duas cotações.
A melhor forma de comparar é fazer as mesmas perguntas a todas as transportadoras e pedir que as respostas venham por escrito. A seguir, o que perguntar e o que observar em cada ponto.
A transportadora tem experiência com o seu produto?
Transportar carga refrigerada exige conhecimento que vai além de ter um baú frigorífico. Cada produto tem a sua faixa de temperatura, o seu jeito de ser arrumado e os seus riscos. Pergunte:
- há quanto tempo a empresa trabalha com carga refrigerada e congelada;
- se já transporta produtos parecidos com o seu;
- como define a regulagem do equipamento para cada embarque;
- como funciona o pré-resfriamento e o carregamento.
Uma empresa experiente responde com clareza e mostra um processo. Se as respostas forem vagas, é um sinal de alerta. Para conhecer os pontos que devem estar nesse processo, veja o que é cadeia do frio.
Como estão os equipamentos e a frota?
O baú frigorífico e o equipamento de refrigeração são o coração do transporte. Observe:
- se a frota é própria ou terceirizada e como é feita a manutenção;
- o estado do isolamento e da vedação das portas;
- a capacidade do baú e o padrão de paletização;
- se há equipamentos para diferentes faixas de temperatura;
- o que acontece se o equipamento falhar no meio da viagem.
A capacidade também ajuda no planejamento. Saber quantos paletes o baú comporta permite calcular melhor o embarque com a ferramenta paletes no baú.
A temperatura é monitorada durante a viagem?
Sem monitoramento, a transportadora só descobre um problema no destino. Com sensores e uma central acompanhando a viagem, um desvio pode ser corrigido a tempo. Pergunte:
- se todos os veículos são monitorados, ou só parte da frota;
- se o sensor mede a temperatura da carga ou só a do equipamento;
- se há redundância de comunicação;
- como a central age quando há um alerta;
- se o histórico de temperatura pode ser consultado depois da entrega.
Os detalhes de como esse acompanhamento funciona estão em monitoramento de temperatura da carga.
Seguros, certificações e motoristas: o que conferir?
Seguros e certificações
Seguro e gerenciamento de riscos mostram como a empresa se prepara para o imprevisto. Pergunte quais seguros cobrem a carga, o que está incluído e como funciona o gerenciamento de riscos nas rotas.
As certificações mostram que os processos passam por avaliação externa. Dependendo do produto, podem ser relevantes certificações sanitárias, de gestão da qualidade e de responsabilidade social. Peça os documentos e confira a validade. No transporte internacional, vale perguntar também sobre a experiência com documentos como o CRT e o MIC/DTA e com os trâmites de fronteira.
Preparo dos motoristas
O motorista é quem confere o equipamento a cada parada, percebe um alarme e avisa a central. Pergunte se há integração, treinamento específico, direção defensiva e acompanhamento contínuo. Uma equipe bem preparada é parte da proteção da sua carga, tanto quanto o equipamento.
Também vale observar se a empresa respeita a jornada e o descanso do motorista previstos na Lei nº 13.103/2015, a Lei do Motorista. Uma operação que depende de jornadas acima do permitido é mais arriscada para todos.
Por que considerar a Lambertti?
A Lambertti foi fundada em 1º de abril de 1981 por Elemar Lamberti, com foco em mercadorias refrigeradas no Mercosul, e completa 45 anos em 2026. Hoje, atende todo o Brasil e faz transporte internacional para Paraguai, Uruguai e Argentina, a partir da matriz em Marechal Cândido Rondon (PR) e da filial em São Paulo (SP).
- câmaras frigoríficas com sistema de transporte paletizado de 28 paletes;
- todos os veículos monitorados via satélite pelo sistema OnixSat, com redundância, sensores de temperatura da carga e de velocidade, bloqueio e travas nas portas do compartimento de carga;
- seguro total das cargas e gerenciamento de riscos, com seguros Adicional para Avarias, Ambiental, de Carga Armazenada, de Responsabilidade Civil e de Roubo e Desaparecimento;
- certificações e reconhecimentos: ANVISA, ISO 9001, SMETA, Polícia Federal e AEO (Operador Econômico Autorizado);
- motoristas com integração, treinamentos de direção defensiva e plataforma EAD de capacitação.
Conheça mais em quem somos.
Perguntas frequentes
Vale a pena escolher a transportadora só pelo preço?
Em carga refrigerada, raramente. Uma falha de temperatura pode causar perda total do produto, recusa no cliente e dano à marca. Compare preço junto com estrutura, monitoramento e seguro.
Quais documentos pedir à transportadora?
Certificações, apólices de seguro e a descrição do processo de monitoramento e de resposta a falhas. Peça tudo por escrito e confira a validade dos documentos.
A mesma transportadora pode atender rotas nacionais e internacionais?
Pode, se tiver estrutura e experiência para isso. A Lambertti, por exemplo, atende todo o Brasil e faz transporte internacional para Paraguai, Uruguai e Argentina.
Se você está avaliando transportadoras para a sua carga refrigerada, faça as perguntas deste texto para nós também. Peça uma cotação à Lambertti e conte o que precisa transportar.
Conteúdo da LAMBERTTI Sem Fronteiras, transportadora de cargas refrigeradas e secas desde 1981.



